Atualização v1.0.11 | Empire Eleven
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Empire Eleven — Atualização v1.0.11
Esta atualização junta correções de carreira, mercado, escalação e partida reportadas por vocês. Saves existentes continuam funcionando. As correções de tela valem na hora; as de temporada e competição valem plenamente em carreira nova.
🎚️ Criação do técnico: mais liberdade para redistribuir atributos
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No ajuste de atributos, agora dá para baixar um atributo abaixo da base do arquétipo para liberar pontos e reforçar outro. Antes você só conseguia devolver o que tinha subido — a base era um piso rígido.
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Com uma proteção: nenhum atributo cai abaixo de um mínimo, então não dá para "zerar" um e jogar tudo em outro. E o orçamento da sua licença continua sendo o teto do total.
👕 Numeração das camisas: agora você escolhe
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No Elenco há um botão "NÚMEROS" para definir a camisa de cada jogador (1 a 99), com a opção de voltar tudo ao automático. Números repetidos não são aceitos.
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E o número passou a ser o MESMO em todo lugar. Antes cada tela calculava a numeração do seu jeito, então o número no elenco não batia com o da partida nem com o da súmula. Agora o que você define no elenco aparece igual na partida, na súmula e no campinho 2D.
🌐 Idioma: escolha na primeira abertura, e o jogo inteiro obedece
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Ao abrir o jogo pela primeira vez você escolhe o idioma, antes do termo de uso e do recado do desenvolvedor. São seis: Português (Brasil), Português (Portugal), English, Español, Español (Latinoamérica) e Français. A escolha vale na hora — a tela por trás já se refaz no idioma novo.
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Trocar o idioma nas Configurações passou a funcionar de verdade. Antes a troca era registrada mas o menu continuava no idioma anterior até reabrir o jogo; muita gente concluiu que a opção não fazia nada. Agora a tela se reconstrói na hora, sem perder onde você estava.
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O editor de banco de dados estava inteiramente em português em qualquer idioma — abas, botões, rótulos e mensagens. Foram traduzidos os dez painéis (jogador, time, torneio, estádio, comissão, patrocinador, jornalista, grupo, pacotes de dados) e o cabeçalho.
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As posições apareciam em português em todo canto — no Elenco, na lista de táticas, no recrutamento das transferências e no seletor de posição. Agora saem no idioma escolhido em todas as telas, com o mesmo vocabulário: um zagueiro é centre-back em inglês na ficha, na lista e no campinho.
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Cargos da comissão apareciam crus em inglês no meio do texto em português — "Scout", "HeadCoach", "HeadScout". Todos passaram a ter nome próprio nos seis idiomas, incluindo a sigla curta usada nas tabelas.
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Estilos de jogo e suas descrições ficavam em português. Traduzidos — com exceção dos nomes consagrados, que ficam como são no futebol inteiro: Catenaccio, Gegenpress e Tiki-Taka.
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Botões e etiquetas soltos que resistiam: o CONTINUAR do painel principal, o "Voltar" do editor, as etiquetas do calendário de treino (FOLGA, JOGO, DIA DE JOGO), o aviso de simulação de rodada e a idade na busca de jogadores (que aparecia como "28a" mesmo em inglês).
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Espanhol da América Latina não é o espanhol da Espanha. O jogo trata os dois como idiomas separados — hinchada, plantel, DT, arquero onde é o certo.
🏋️ Treino: a agenda parava de treinar (só recuperação)
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Depois de um tempo, o calendário de treino virava só RECUPERAÇÃO e FOLGA — nenhum treino de verdade, e o elenco deixava de evoluir. O jogo estava "grudando" o dia de jogo e a recuperação no dia da semana, em vez de na data; como os jogos caem em dias variados ao longo da temporada, todos os dias iam sendo marcados até não sobrar treino.
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Corrigido na raiz, e o time deixa de ser confundido com um time da CPU quando você está vendo outro clube (era o que abria a porta pro problema no seu elenco).
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Saves já afetados se consertam sozinhos: basta abrir a tela de Treino — a agenda é reconstruída no padrão (treinos na semana, folga no domingo, recuperação após os jogos).
👔 Novo jogo: não aparece mais um segundo técnico principal
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Ao começar uma carreira, a comissão técnica mostrava outro técnico principal além de você. O técnico que já era do clube devia sair quando você assume, mas voltava por causa da ordem em que o mundo é montado no início do jogo.
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Agora o clube fica com um técnico principal só: você. O antigo é liberado para o mercado. Vale para carreiras novas — um save já iniciado com o problema se resolve começando de novo.
💵 "Ganhos mensais" agora bate com o que cai na conta
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No Meu Perfil, os "Ganhos Mensais" mostravam um valor MENOR do que o salário efetivamente creditado (por exemplo, previa 15.460 e caíam 16.735). O salário é semanal, e a conversão para o mês tinha duas contas diferentes: a do crédito estava certa (×4,33, que é 52 semanas em 12 meses), a da prévia arredondava para ×4.
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Agora a prévia usa a mesma conversão do pagamento — o número que você vê é o número que entra.
🔗 Nome de clube agora é clicável (estilo FM)
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Clique no nome de um clube e abra o perfil dele na busca global — visão geral, elenco, agenda, histórico, patrocinadores e finanças. Passe o mouse e o nome se destaca, mostrando que é um link.
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Já vale no recrutamento (a coluna do clube nas recomendações, no Banco de Dados e nas entradas/saídas de transferências), no adversário do próximo jogo no painel e na tabela de Classificação dos Torneios. O "Voltar" te devolve para onde você estava.
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Agente livre e "—" não viram link (não há clube para abrir). Mais telas vêm nas próximas atualizações.
🎯 Recrutamento: filtro "Interessados no clube"
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No Banco de Dados do recrutamento, um filtro novo mostra só quem de fato consideraria jogar no seu clube — em vez de rolar a lista do mundo inteiro. Entram os agentes livres, os que estão na lista de transferências, quem estaria subindo de nível ao vir para você, e quem seria titular no seu elenco.
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Some o ruído dos dois lados: o craque muito acima do porte do clube (que não desceria) e o jogador fraco demais para o seu nível saem da lista. Fica só alvo realista. Combine com os outros filtros (posição, idade, observados…) para afinar ainda mais.
🎂 Aniversários não interrompem mais
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Todo aniversário virava um aviso na tela — do técnico, do clube e dos jogadores —, inclusive quando você estava sem clube.
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Agora eles são só notícia: continuam no feed e no destaque do painel, do mesmo jeito, sem parar o que você está fazendo.
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Natal, Réveillon e a matéria de semana de clássico continuam avisando — são poucas por temporada e é o que as torna especiais.
🌱 Metas da base: agora elas variam de clube para clube
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Eram sempre as mesmas cinco exigências, do maior clube do país ao clube de acesso: três jovens evoluindo dois pontos, uma promoção, top-3 na liga de base.
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Agora a diretoria cobra pelo que o clube é e pelo que a base tem. Clube grande pede mais garotos evoluindo, mais promoções ao profissional e briga de título na liga de base — e o que está em jogo, para o bem e para o mal, é maior. Clube pequeno cobra o que cabe no projeto dele.
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A comissão da base entrou na conta: é ela que faz o jovem evoluir, então quanto melhor a sua comissão, mais evolução se espera de cada garoto.
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Sua fama de formador também pesa: quem construiu nome recebe uma cobrança maior; quem está começando ganha uma folga.
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E o elenco limita o pedido: ninguém mais recebe "desenvolva três" com quatro garotos à disposição.
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Meta impossível deixou de existir. Uma base que não disputa liga própria recebia "termine em 3º", falhava todo ano e ainda ficava impedida de subir ao profissional por causa disso. Agora essa meta simplesmente não é cobrada de quem não tem onde cumpri-la — e ganhar uma copa de base continua valendo como título.
🛑 Ninguém vai para a lista de transferências sem você mandar
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Jogadores do seu elenco apareciam listados para venda do nada — vários deles, sem você autorizar nada.
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O motivo: a rotina que administra os elencos dos clubes da CPU identificava "o seu clube" pelo time que estava aberto na tela. Bastava você estar vendo outro clube — a base, uma partida, outro time — para o seu próprio elenco entrar nessa rotina, que lista jogadores para venda e ainda tenta contratar por conta própria.
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Agora listar exige a sua decisão. Além de a rotina reconhecer corretamente o seu clube, qualquer tentativa automática de listar um jogador seu — do time principal ou da base — é recusada. Pôr à venda, oferecer a um clube e marcar como dispensável continuam nas suas mãos, como sempre.
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Os clubes da CPU seguem negociando normalmente entre si.
📈 Evolução: cada posição tem o seu teto
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Dava para ter um zagueiro de 16 anos com drible 100. O limite de evolução era o mesmo para todos os atributos: com potencial alto, qualquer atributo podia chegar ao topo — o drible do zagueiro subia no mesmo ritmo do desarme.
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Agora o ofício da posição manda. O que é a função do jogador chega ao teto do potencial; o que é complementar chega a 85% dele; e o que está fora da função, a 70%. Um zagueiro excepcional pode ter cabeceio 99 e drible perto de 70 — que é o de um zagueiro bom de bola. Vale para todas as posições: atacante finaliza melhor do que marca, goleiro defende melhor do que dribla.
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E ninguém passa mais de 99. Todo o resto do jogo — os 24 mil jogadores da base e os garotos gerados nas categorias — já parava em 99; só quem treinava chegava a 100. Quem já tinha estourado esse limite volta para a escala ao carregar o save.
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Atributos que servem a qualquer posição (determinação, ritmo de trabalho, concentração, resistência) continuam sem penalidade nenhuma.
🔍 Olheiro Chefe e Especialista Comercial finalmente aparecem
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Os dois cargos não apareciam no mercado de equipe técnica — por filtro nenhum.
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O Olheiro Chefe era inalcançável por construção: só existiam três no mundo inteiro, todos gerados com qualidade de elite, e o jogo esconde de cada clube quem é bom demais para o porte dele. Resultado: nenhum clube abaixo dos gigantes conseguia ver um sequer.
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O Especialista Comercial nem era reposto: o cargo estava fora da lista de profissões que o mercado repõe.
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Agora os dois existem de verdade no mercado. O Olheiro Chefe continua sendo o melhor olheiro disponível — só que relativo ao seu clube, em vez de invisível para quase todo mundo. E o filtro "Observação" passou a listar o cargo, que antes ficava de fora dele.
🟥 Expulso agora sai de campo de verdade
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Um jogador expulso continuava jogando — e chegou a fazer gol. O cartão vermelho aparecia no lance e o jogador sumia da lista de táticas, mas seguia no campinho e em campo durante a partida.
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O motivo: o vermelho só escrevia a narração do lance. O simulador continuava considerando o jogador em campo, ocupando a vaga dele — e qualquer mexida no meio do jogo (trocar a tática, fazer uma substituição) o recolocava para jogar.
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Agora a expulsão vale onde importa: o jogador sai da equipe, a vaga fica aberta, o time joga com um a menos e nada o traz de volta até o fim da partida.
🧤 Escalação: fim dos jogadores empilhados e do "segundo goleiro"
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Dava para deixar dois jogadores no mesmo ponto do campo — e até um jogador de linha dentro da área do goleiro, aparecendo com a etiqueta GOL. Não era só visual: o time realmente entrava com dois homens no gol.
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A área do goleiro passou a ser exclusiva dele. Qualquer outro jogador solto ali é recusado, com aviso.
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Quem divide a mesma zona fica lado a lado, sempre. Antes isso só acontecia quando eram exatamente dois: com três, eles ficavam um em cima do outro. E uma posição vazia planejada agora também ocupa lugar, em vez de sumir debaixo de um jogador.
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Escalações já salvas com alguém plantado no gol são corrigidas sozinhas ao abrir a tela: o jogador volta para o lugar dele na formação.
📋 "Apenas próxima partida" volta a significar isso
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A tática marcada para uma partida só ficava valendo para sempre. Ela substitui a tática permanente enquanto está ativa — mas só era descartada quando você assistia ao jogo ao vivo. Simulando na hora, delegando ao auxiliar ou deixando os dias correrem, ela continuava em vigor no jogo seguinte, e no seguinte.
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Agora o descarte acontece no fim da partida, em qualquer caminho: jogou (assistindo ou simulando), acabou, o time volta à tática permanente.
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E ajustar a tática durante o jogo deixou de contaminar o próximo. O ajuste vale para a partida em andamento e é descartado junto com ela.
⏱️ Novo jogo: um medidor mostra o "peso" das ligas escolhidas
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No passo de escolher as ligas, agora tem um medidor de desempenho. Quanto mais ligas você ativa, mais alto ele sobe — e muda de cor (verde → amarelo → vermelho), com um aviso de como fica a passagem de dias: rápido, moderado ou mais lento.
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Serve para você decidir com consciência: cada liga ativa é mais gente sendo simulada em segundo plano, então mais ligas podem deixar o save mais lento para avançar os dias. O medidor deixa esse custo visível antes de começar.
🧹 Vagas de Sub-21 deixaram de ser fabricadas
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Um Sub-21 anunciava um técnico e, uma semana depois, oferecia o cargo a você. Ele tinha sido demitido — pela própria rotina que cria as vagas de base, que sorteava um clube e dispensava o treinador em silêncio, sem motivo, só para ter o que oferecer.
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Agora a vaga vem de onde ela existe: primeiro os Sub-21 que estão realmente sem treinador. Só se não houver nenhum é que uma troca é cogitada — e nunca com quem tem menos de seis meses de casa.
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E quando a troca acontece, o mundo conta. A demissão vira notícia, como qualquer outra. Antes, a contratação virava manchete e a saída não aparecia em lugar nenhum.
💸 Renda extra sem clube: recalibrada
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Estar desempregado pagava melhor do que trabalhar. Somando o trabalho fixo mais caro com a palestra e a consultoria, o mês fechava em mais que o dobro do seu custo de vida — sobrava dinheiro todo mês sem ter clube, mais do que muitos clubes pagam a um treinador de Sub-21.
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Agora os trabalhos se pagam, e só. Fazendo tudo o que dá no mês, a renda empata com o custo de vida: dá para se manter enquanto procura clube, sem nunca enriquecer. Fazendo menos, a sua reserva encolhe — e assinar contrato volta a ser sempre o melhor negócio.
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As escolhas continuam valendo pelo que sempre valeram: a TV segura sua reputação mas arrisca polêmica, a coluna rende menos e pode somar pontos, e o embaixador paga melhor cobrando respeito no meio técnico.
🎓 Curso de licença: agora ele realmente acontece
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Você se matriculava, pagava — e nunca chegava nada. O curso completo (aulas presenciais marcadas na agenda, exame final e diploma) existia no jogo, mas a matrícula pelo painel de desempregado ligava outra coisa: uma contagem silenciosa que não marcava aula nenhuma. Agora a matrícula é a do curso de verdade: confirmação por e-mail, cada módulo chega na caixa de entrada no dia marcado e, ao fim, o exame.
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E o curso andava no ritmo errado. A contagem avançava no "dia de pagamento" — que, para quem exibe salários por mês, é o dia 1º. Um curso de 6 semanas levava 6 meses. Semana agora é semana.
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O curso também roda sem clube. A rotina que entrega as aulas se recusava a funcionar para técnicos desempregados — justamente quem mais faz curso. Quem já estava com um curso pago em andamento continua e conclui normalmente.
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O painel mostra onde você está: módulo concluído, média parcial e a data da próxima aula.
⏸️ Convite de entrevista para a simulação de dias
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O convite chegava e os dias continuavam passando por cima dele. Sem clube, o jogo tratava tudo como "não há nada a responder" e nunca parava — então o convite (e a proposta de contrato que vem depois) expirava sem você chegar a vê-lo. Agora a simulação para no dia em que ele chega e o "Continuar" leva direto à mensagem.
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Vale também para as aulas e o exame do curso de licença. O que depende de ter clube — jogo, coletiva, sorteio — continua sem travar quem está desempregado.
📨 Candidaturas: agora elas andam sozinhas
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A sua candidatura só avançava quando você abria a tela de Vagas. Dava para simular meses sem resposta nenhuma — e, quando abria, tudo acontecia de uma vez. Enquanto isso o clube seguia o próprio ritmo e contratava outro treinador: você perdia a vaga sem nunca saber que tinha sido respondido.
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Agora cada resposta chega na caixa de entrada: convite de entrevista, proposta de contrato, recusa, e também o aviso de que o clube preencheu a vaga. Convite e proposta chegam como urgentes e param a passagem de dias, com um botão que leva direto à sua candidatura.
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Convite de entrevista deixou de nascer vencido. O prazo para responder era contado desde a abertura da vaga, e não desde o convite: um convite podia expirar no dia seguinte ao de chegar. Agora o prazo conta a partir do convite — e, se ele expirar mesmo assim, você é avisado.
💼 Desempregado: as vagas do painel agora existem na lista
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O painel mostrava clubes para se candidatar que sumiam na tela de Vagas. O painel e a tela decidiam por caminhos diferentes quais campeonatos contam como liga nacional — e a tela deixava de fora oito deles: Série C, Série D, Apertura e Clausura da Argentina, Apertura e Finalización da Colômbia, Primera Nacional e a Scottish Premiership. Todos os clubes desses campeonatos ficavam invisíveis lá (e o campeonato nem aparecia no filtro de ligas).
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O botão "Candidatar" agora candidata. Antes ele apenas abria a tela de Vagas — onde, por causa do problema acima, o clube nem estava. Agora a candidatura é enviada ao clube da linha, com a resposta na hora, e o botão passa a mostrar "Candidatura enviada".
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O país das vagas parou de mudar sozinho. A lista se limitava ao país do time que estivesse selecionado na tela, e não ao país onde você trabalha. Agora vale o seu clube atual — ou, se você está sem clube, o último por onde passou.
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A lista de "clubes pressionados" tinha os mesmos dois problemas e foi corrigida junto.
📰 Sem clube: as Notícias e o Colunista voltam a se atualizar
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Depois de ficar sem clube, o feed de notícias parecia travado nas mesmas manchetes, e o colunista repetia a mesma coluna. A tela dava prioridade máxima às notícias do "seu" clube — mas, sem clube, ela ainda considerava o ex-clube como seu, então as matérias dele e a última coluna da sua época lá ficavam presas no topo, e nada novo subia.
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Agora, sem clube, o feed passa a ordenar pelo que é mais importante e mais recente — notícias do mundo e do mercado voltam a aparecer, e a coluna sobre a sua situação de técnico livre volta ao topo.
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E essa coluna deixou de se repetir: ela reflete o tempo que você está fora e agora gira entre vários ângulos, trazendo um texto novo em vez do mesmo sempre.
📭 Sem clube: a caixa de entrada para de mostrar o clube antigo
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Depois de ser demitido (ou sair), ainda chegavam e-mails do seu ex-clube — inclusive uma proposta de jogador cujo botão abria o menu de recrutamento de um clube que já não era seu. O jogo até barrava os e-mails NOVOS de gestão, mas os que já estavam na caixa continuavam lá.
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Agora, ao ficar sem clube, a caixa é limpa da gestão do ex-clube (transferências, finanças, elenco…) e fica só com o que interessa a um técnico livre: ofertas de emprego, notícias, reputação. E o menu de Recrutamento passa a recusar enquanto você não assumir um novo projeto.
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Mas a rescisão a receber CONTINUA chegando. Esse é assunto seu, pessoal — o dinheiro que o ex-clube te deve —, então ele passa mesmo sem clube e fica na caixa até você acertar o pagamento. Só a gestão do clube some; o que é seu, fica.
🏦 A diretoria voltou a contratar para a base
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Comissão técnica, garotos, até jogador sem clube: tudo era negado. Com dinheiro em caixa, o técnico da base pedia um preparador de goleiros e ouvia "não há condições"; pedia um jogador de graça e ouvia "não há verba".
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O motivo era a leitura da dívida. O jogo somava a dívida INTEIRA do clube — incluindo parcelamentos de longo prazo, que muitos clubes reais carregam e vão pagando por décadas — e concluía que o clube estava quebrado. Como esse tipo de dívida não some, o clube ficava "quebrado" para sempre: 73% dos clubes do mundo nasciam assim.
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Agora vale o que vence de verdade. Um parcelamento longo pesa pelas parcelas do ano, não pelo total. Quem está com o caixa em dia aparece como está: em dia. E quem está mesmo no vermelho continua sofrendo as consequências — pressão para vender, embargo de compras e revisão de Fair Play seguem valendo para quem realmente não paga as contas.
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E a diretoria passou a pesar o CUSTO do pedido. Comissão da base não custa verba de transferência. Jogador sem clube não tem taxa para ninguém receber — o que se avalia é o salário. Pedido caro demais continua sendo recusado, agora dizendo por quê.
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Jogador livre pedido pela base realmente assina. Antes, mesmo aprovado, o clube tentava "abrir negociação" com um clube vendedor que não existe, e o pedido morria ali.
👔 Demitido com a campanha perfeita — não acontece mais
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Dava para ser mandado embora liderando o campeonato. A diretoria decidia olhando apenas a "pressão" acumulada no cargo — e essa pressão também subia por promessas financeiras quebradas, não só por resultados. Bastavam algumas para o número chegar no limite e a demissão sair, por melhor que fosse a temporada.
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Agora a pressão é condição, não gatilho: só se demite quem está mal no momento. Compromisso quebrado com a diretoria continua pesando na confiança — e continua sendo perigoso —, mas não derruba sozinho quem está ganhando.
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E a pressão volta a baixar. Existia uma faixa em que ela ficava congelada: nem subia com derrota, nem descia com vitória. Quem caía nela não conseguia mais se recuperar. Agora ela sempre alivia quando você está fora da zona de perigo — mais rápido quanto melhor a campanha.
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Corrigido também um caso em que o seu próprio clube entrava na rotina de demissões dos clubes da CPU quando você estava vendo outro time na tela.
🧠 "Melhor XI" agora respeita a posição de cada um
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O time automático colocava um meio-campista na ponta mesmo com pontas no elenco. O problema não era a nota dos jogadores: era a ordem em que as vagas eram preenchidas — a vaga de centroavante, resolvida antes, levava o ponta (mesma linha de ataque), e quando chegava a vez da ponta só sobrava meio-campo.
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Agora o XI é montado por etapas: primeiro todos que são daquela posição, depois quem joga bem ali, depois quem quebra galho — e só em último caso alguém improvisado. Ninguém sai de posição enquanto houver um jogador de origem para a vaga, mesmo que mais fraco.
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Quando o improviso é inevitável, o jogo escolhe o mais próximo: um meia vai à ponta antes de um zagueiro.
🛡️ Escudo do mod voltava ao antigo depois de um tempo
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Com um mod instalado, o escudo do clube aparecia certo ao começar a carreira e, mais adiante, voltava ao antigo. O jogo tem uma rotina que refaz nome, abreviação e escudo dos clubes sem licença oficial — e ela não sabia que aquele clube já tinha identidade definida por um mod, então desfazia o trabalho dele. Agora o que o mod define fica de pé, e a rotina só age em quem ela deve.
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Vale também para o nome e a abreviação alterados por mod, não só para o escudo.
🎯 Dossiê da escalação: "fora de posição" agora bate com o campo
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O card de um jogador dizia "fora de posição como Meio-campo" enquanto o dot dele estava na ponta — e ele é ponta. O rótulo no campo já mostrava a posição da fase atual da sua tática; o dossiê lia a posição da formação-base. Agora os dois usam a mesma fonte, e o aviso condiz com onde o jogador realmente está.
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E o mesmo card mostrava dois encaixes diferentes (38% no topo, 53% logo abaixo). Passaram a ser calculados do mesmo jeito — pela familiaridade do jogador com a posição — então o número é um só na tela inteira.
🔋 Energia do jogador: a mesma em todas as telas
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A barra de energia mostrava valores diferentes conforme a tela. Na tática o jogador aparecia cansado (barra baixa/vermelha), mas ao começar a partida a barra "enchia"; e no banco o reserva aparecia amarelo e ficava verde de repente, só por entrar em campo. Era o mesmo dado contado de três jeitos.
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Agora a energia de antes do jogo entra na partida de verdade: quem está cansado começa cansado e continua assim, em vez de se curar magicamente no apito. A barra bate na tática, no time titular ao vivo e no banco.
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Elenco inteiro e descansado começa a 100% como antes — só o time desgastado sente o cansaço acumulado, como deve ser.
Obrigado a quem reportou.
